Conforme prometido, no final de semana do 20 de setembro me arrisquei a fazer o pão australiano da receita da Martina do Cinderelas. Passa lá que a receita dá bem certinho...A receita dá um pão pequeninho, mas fica muuuito bom, melhor que o pão semi-pronto que postei anteriormente...
terça-feira, 5 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Vitela dos deuses...ou a melhor receita que o maridinho já fez na vida...
Que meu maridinho cozinha bem todo mundo já sabe. Agora a receita que ele criou para inaugurarmos o ap do Fred e da Mari, nossos amigos queridos e agora afilhados do casório que vai sair algum dia, é algo sem explicação de tãoooooooooooo boa...
Tenho de dar o braço a torcer que quando ele falou o que pretendia fazer não consegui imaginar que os sabores casariam tão bem.
Vamos lá então.
Vitela dos deuses (acabei de batizar, pq é algo simplesmente divino)
- 2 kg de vitela desossada
- sal
- alho picado
- pimenta do reino
- 400g de mortadella Ceratti com grãos de pimenta preta em fatias finíssimas
O Fabrício começou por fazer bifinhos de vitela, porque ele havia comprado um pedaço de paleta desossada inteira. Ele temperou cada bifinho com sal, pimenta e alho. Aí no centro do bifinho ele colocou 2-3 fatias de mortadela e enrolou e prendeu com palitinho. Depois de fazer todos os bifes enroladinhos, ele levou ao forno por quase 1 hora, em temperatura média.
Para acompanhar ele fez uma redução de vinho do Porto e shoyo, que deu O toque mais que especial:
- 1 garrafa de vinho do porto
- 2 xícaras e meia de açúcar cristal
- 1 xícara de shoyo
Leve ao fogo alto em uma panela até começar a engrossar. Cuide para não engrossar muito porque aí vira um caramelo duro. Quando começar a engrossar, desligue que já está pronto. Eu tinha feito essa redução para acompanhar um filé com molho gorgonzola, mas esqueci de publicar aqui antes...foi aí que descobri que redução sem açúcar não engrossa mesmo, então não poupe no açúcar, porque não vai dar ponto se for menos que isso, e farinha não dará a textura necessária.
E para acompanhar tudo isso, brócolis na manteiga com alho (esqueci da foto com o brócolis) e para não dizer que não me meti, sugeri um arroz com castanhas do brasil levemente tostadas. É só fazer o arroz normal e colocar por cima, na hora de servir, as castanhas leigeiramente tostadas.
Minha contribuição nesse dia? Somente montar os pratos. E ficou muuuuuuuuuuuuito bom!!!!
Tenho de dar o braço a torcer que quando ele falou o que pretendia fazer não consegui imaginar que os sabores casariam tão bem.
Vamos lá então.
Vitela dos deuses (acabei de batizar, pq é algo simplesmente divino)
- 2 kg de vitela desossada
- sal
- alho picado
- pimenta do reino
- 400g de mortadella Ceratti com grãos de pimenta preta em fatias finíssimas
O Fabrício começou por fazer bifinhos de vitela, porque ele havia comprado um pedaço de paleta desossada inteira. Ele temperou cada bifinho com sal, pimenta e alho. Aí no centro do bifinho ele colocou 2-3 fatias de mortadela e enrolou e prendeu com palitinho. Depois de fazer todos os bifes enroladinhos, ele levou ao forno por quase 1 hora, em temperatura média.
Para acompanhar ele fez uma redução de vinho do Porto e shoyo, que deu O toque mais que especial:
- 1 garrafa de vinho do porto
- 2 xícaras e meia de açúcar cristal
- 1 xícara de shoyo
Leve ao fogo alto em uma panela até começar a engrossar. Cuide para não engrossar muito porque aí vira um caramelo duro. Quando começar a engrossar, desligue que já está pronto. Eu tinha feito essa redução para acompanhar um filé com molho gorgonzola, mas esqueci de publicar aqui antes...foi aí que descobri que redução sem açúcar não engrossa mesmo, então não poupe no açúcar, porque não vai dar ponto se for menos que isso, e farinha não dará a textura necessária.
E para acompanhar tudo isso, brócolis na manteiga com alho (esqueci da foto com o brócolis) e para não dizer que não me meti, sugeri um arroz com castanhas do brasil levemente tostadas. É só fazer o arroz normal e colocar por cima, na hora de servir, as castanhas leigeiramente tostadas.
Minha contribuição nesse dia? Somente montar os pratos. E ficou muuuuuuuuuuuuito bom!!!!
domingo, 3 de outubro de 2010
Melhorando a receita de brigadeiro no copinho
Final de semana passado fizemos um almoço aqui em casa no sábado e me encarreguei da sobremesa. Lembrei do brigadeiro no copinho que eu havia comido no Ekoa Café - um brigadeiro no copinho com calda de cupuaçu, divino!!!! Por sinal, um ótimo lugar para conhecer em Sampa...
O contraste do doce do brigadeiro com o azedinho do cupuaçu fica muito bom, mas como não tinha polpa de cupuaçu, lembrei que minha sogra havia me dado uma geléia de physalys feita por ela mesma e que também fica um doce azedinho muito bom. Coloquei uma colherada da geléia por cima do brigadeiro e ficou muito bom também ( a geléia de physalys é essa com os pontinhos amarelinhos). Deixei alguns sem nada e em outros coloquei um restinho de geléia de cupuaçu que eu tinha. Acho que o melhor de todos foi o com physalys mesmo, ficou tão bom....

A receita do brigadeiro no copinho eu já tinha postado aqui, mas no aniversário da minha afilhadinha minha prima me ensinou a colocar um pouquinho de creme de leite no brigadeiro para ficar mais molinho.
A medida é uma lata de leite condensado, 2 colheres de chocolate em pó e e meia caixinha pequena de creme de leite. É só fazer o brigadeiro como de costume e no final acrescentar o creme de leite. Se quiser dá para colocar as geléias ou granuladinhos por cima.
Olha que amor que ficaram os brigadeiros no copinho no níver de um aninho da Luiza- eu que fiz o brigadeiro!!!
O contraste do doce do brigadeiro com o azedinho do cupuaçu fica muito bom, mas como não tinha polpa de cupuaçu, lembrei que minha sogra havia me dado uma geléia de physalys feita por ela mesma e que também fica um doce azedinho muito bom. Coloquei uma colherada da geléia por cima do brigadeiro e ficou muito bom também ( a geléia de physalys é essa com os pontinhos amarelinhos). Deixei alguns sem nada e em outros coloquei um restinho de geléia de cupuaçu que eu tinha. Acho que o melhor de todos foi o com physalys mesmo, ficou tão bom....
A receita do brigadeiro no copinho eu já tinha postado aqui, mas no aniversário da minha afilhadinha minha prima me ensinou a colocar um pouquinho de creme de leite no brigadeiro para ficar mais molinho.
A medida é uma lata de leite condensado, 2 colheres de chocolate em pó e e meia caixinha pequena de creme de leite. É só fazer o brigadeiro como de costume e no final acrescentar o creme de leite. Se quiser dá para colocar as geléias ou granuladinhos por cima.
Olha que amor que ficaram os brigadeiros no copinho no níver de um aninho da Luiza- eu que fiz o brigadeiro!!!
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Frango com limão, açafrão e tabasco
Para acompanhar a massa com cacau, o Fabrício fez um frango super temperado, já que a massa pedia um molho de sabor suave. Ele temperou um filé de peito de frango com suco de um limão sciciliano, tabasco verde, sal e uma colher de sopa de açafrão. O frango descansou nesse molho por uns 20 minutos. Na sequencia ele grelhou o filé rapidamente na panela wok com azeite de oliva e manteiga, só para dar uma selada. Aí ao retirar o filé tostado da wok ele cortou em fatias finas, quase um carpaccio.
Ele voltou os filezinhos agora fatiados na wok para dourar mais um pouco...
e quando eles estavam cozidos despejou a marinada por cima.
Ficou um sabor de limão intenso, uma delícia. Na hora de servir ele salpicou cebolinha francesa picadinha por cima dos filé. E muito bom apetite!!!
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Pão semi-caseiro II - pão australiano
Resolvi experimentar a mistura pronta para pão australiano da Fleischmann, afinal, se eu só fizer pão 8 grãos muito em breve vou enjoar do sabor...Fiz na batedeira, acrescentando apenas uma xícara de água morna e fermento biológico seco, conforme as instruções da embalagem. Não sei se o clima meio frio e chuvoso atrapalhou mas não cresceu a ponto de dobrar o volume. Mas o aroma quando assei foi incrível e o sabor é bem gostoso...de qualquer forma, no próximo final de semana quero me ensaiar a fazer pão australiano novamente, mas aí vou experimentar a receita das gurias do Cinderelas. Faz um tempo que ensaio fazer a receita postada pela Martina, agora vai!!! Ah, mas a receita com mistura pronta ficou bem boa, valeu a pena testar.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
A cantina do Toco
Não costumo descrever os restaurantes que vou, mas às vezes algumas dicas são imperdíveis, então de vez em quando vou escrever um pouco sobre isso.
Em um domingo desses resolvemos fazer um passeio pela Zona sul e um amigo nos sugeriu conhecermos a Cantina do Toco. A comida é boa, mas muuuito demorada pois o restaurante estava bem lotado, até em função disso acho que o atendimento poderia ser bem melhor, mas a sobremesa que comemos foi algo que superou completamente a expectativa:
Esse limão caramelado com sorvete de creme é imperdível!!!! Um sabor surpreendente mesmo. É um limão taiti em conserva, recheado com sorvete de creme e a calda é feita com o suco e um pouco da polpa do limão...o azedinho do limão faz um casamento perfeito com o doce do sorvete...hummm....
terça-feira, 14 de setembro de 2010
O pão semi-caseiro
Há algum tempo estava conversando com minha mãe e ela disse que havia comprado uma mistura pronta de pão para fazer em casa. Eu andava meio enjoada dos pães de sanduíche comprados no mercado, então achei a idéia bem interessante. Nunca fui muito de fazer massas em geral em casa, mas fiquei curiosa e resolvi me aventurar...
Acho que com a invenção e popularização das máquinas de fazer pão em casa houve uma demanda por esse tipo de mistura pronta. Eu não tenho essa máquina (nem pretendo), mas no pacote explicava como fazer manualmente também.
Eu achei essa mistura da Roseflor no mercado e achei interessante por ser 8 grãos light. Já experimentei várias outras marcas e mesmo outros sabores dessa, mas esse é o melhor de todos. Também precisei testar o modo de fazer algumas vezes até chegar no que acho que fica melhor, que descrevo a seguir.
Esse pacotinho dá dois pães grandes, então eu costumo fazer metade por vez.
Eu costumo fazer na batedeira planetária, que tem o gancho especial de bater massas.
Como eu faço então...acrescento meio pacote dessa mistura, 1 pacote de fermento biológico seco, 1 sachê de melhorador de pães (tem lá no mercado junto com os fermentos) e dois copos americanos de água morna. E aí a batedeira faz o trabalho, misturando tudo e batendo em potência alta por 5 minutos. Aí eu transfiro para uma forma de pão untada previamente e deixo crescer até quase a borda (ou até dobrar de volume, dá em torno de 2-4h, depende do clima do dia...às vezes faço cedo de manhã e coloco para assar quando volto ao meio-dia). Para assar são mais ou menos 15 minutos em potência alta e mais uns 20 em potência baixa, ou melhor, até ficar dourado em cima. Eu uso o truque do palito: enfio o palito de dente no pão e, quando sair seco, está pronto. É só esperar esfriar um pouco e desenformar. Acho que fica bem interessante, não é o pão feito em casa mesmo, mas por enquanto ainda não me aventurei na arte da panificação muito além disso com agum resultado positivo...quem sabe daqui mais um tempo...
Acho que com a invenção e popularização das máquinas de fazer pão em casa houve uma demanda por esse tipo de mistura pronta. Eu não tenho essa máquina (nem pretendo), mas no pacote explicava como fazer manualmente também.
Eu achei essa mistura da Roseflor no mercado e achei interessante por ser 8 grãos light. Já experimentei várias outras marcas e mesmo outros sabores dessa, mas esse é o melhor de todos. Também precisei testar o modo de fazer algumas vezes até chegar no que acho que fica melhor, que descrevo a seguir.
Esse pacotinho dá dois pães grandes, então eu costumo fazer metade por vez.
Eu costumo fazer na batedeira planetária, que tem o gancho especial de bater massas.
Como eu faço então...acrescento meio pacote dessa mistura, 1 pacote de fermento biológico seco, 1 sachê de melhorador de pães (tem lá no mercado junto com os fermentos) e dois copos americanos de água morna. E aí a batedeira faz o trabalho, misturando tudo e batendo em potência alta por 5 minutos. Aí eu transfiro para uma forma de pão untada previamente e deixo crescer até quase a borda (ou até dobrar de volume, dá em torno de 2-4h, depende do clima do dia...às vezes faço cedo de manhã e coloco para assar quando volto ao meio-dia). Para assar são mais ou menos 15 minutos em potência alta e mais uns 20 em potência baixa, ou melhor, até ficar dourado em cima. Eu uso o truque do palito: enfio o palito de dente no pão e, quando sair seco, está pronto. É só esperar esfriar um pouco e desenformar. Acho que fica bem interessante, não é o pão feito em casa mesmo, mas por enquanto ainda não me aventurei na arte da panificação muito além disso com agum resultado positivo...quem sabe daqui mais um tempo...
domingo, 12 de setembro de 2010
Massa caseira com cacau
Não existe nome melhor para o blog do que bicho curioso...embora meu marido ache que o melhor seria chamar de bicho exótico, pois de vez em quando resolvo investir em receitas "estranhas"...pois ontem de noite resolvi fazer massa em casa. Claro que eu não me contentaria em fazer algo simples (bicho curioso, né?). Já há alguns dias eu havia comprado um livro de culinária italiana lançado pela editora abril (está nas bancas, são receitas típicas de cada país mensalmente) e achei uma receita de um tagliarini de cacau com molho de lulas. Aí a memória despertou para um passeio por Assis, na Itália, onde lembro claramente da imagem de pacotes de massa de cacau pendurados nas lojinhas de souvenirs...e que obviamente não tinha cabimento trazer um pacote de massa daquela viagem de mochilão... Mas a massa de cacau ficou na minha memória como algo que eu precisava MUITO experimentar, então fiquei super contente quando achei a receita no meu livrinho novo. Tudo bem que não é exatamente um programão de sábado à noite, mas não via a hora de ter um tempinho para colocar literalmente a mão na massa.
Para a massa:
- 2 pães cacetinhos sem miolo picados (fiquei desconfiada,mas dá certo, tenha fé que dá)
- meia xícara de água
- 1 ovo
- 2 colheres de sopa bem cheias de cacau em pó (tenho séria desconfianças que deveria ser uma xícara de cacau para ficar bem preto como na foto do livro)
- 1 colher de chá de sal
- 2 xícaras de farinha de trigo
Bom, para fazer a massa resolvi usar a minha batedeira planetária. Misturei os ingredientes (coloquei só metade da farinha inicialmente e fui acrescentando o restante aos poucos) e fui batendo lentamente até ficar bem homogêneo e desgrudar do gancho da batedeira. Claro que daria para misturar na mão, mas já que a batedeira é super eficiente para isso, por que não? (só acho que poderia ter umedecido o pão na água um pouco antes para facilitar a mistura, mas dá certo igual, farei isso das próximas vezes). Quando a massa ficou homogênea e desgrudou do gancho da batedeira, desliguei a batedeira e coloquei a massa sobre a bancada da pia devidamente enfarinhada. Na receita original mandava abrir a massa com um cilindro, mas quem tem um trambolho desse em casa hoje em dia??? Eu abri com o rolo de massa mesmo e foi bem fácil, a massa fica super macia, bem maleável mesmo. Deixei com uns 3mms de espessura, dei uma leve enrolada na massa e fui cortando o rolinho para fazer os fettucinis:
Confesso que foi bem mais fácil do que eu esperava:
Na sequência fervi bastante água em uma panela alta e cozinhei a massa com uma colher de sopa de sal por 5 minutos. Aí é escorrer a massa...
E acrescentar o molho. A receita original era com lulas, mas como não as tinha em casa, fiz um molho de tomate básico, com uma cebola pequena refogada e quatro tomates cortado em "pétalas" (pura frescura da descrição da receita original). Dei uma leve refogada na cebola e no tomate, acrescentei meio vidro de aspargos em conserva e um punhado de manjericão (usei desidratado, mas fresco teria sido melhor). Misturei na massa e reguei um pouco de azeite de oliva, pimenta do reino moída na hora e polvilhei queijo parmesão ralado:
O resultado? Bom, achei legal de fazer, mas a massa ficou muito diferente da foto do livro de receitas (como disse acima, acho que vai bastante cacau em pó para ficar bem escura). Mas em termos de sabor não faz muita diferença...A massa fica muito gostosa, mas o sabor do cacau não interefe quase nada. Acho que o pão deixa a massa levinha, fica suave. Vou experimentar de duas outras formas: fazer um dia com mais cacau e outra vez sem o cacau...e depois dou notícias... afinal o bicho curioso não pode deixar de curiosar...
Para a massa:
- 2 pães cacetinhos sem miolo picados (fiquei desconfiada,mas dá certo, tenha fé que dá)
- meia xícara de água
- 1 ovo
- 2 colheres de sopa bem cheias de cacau em pó (tenho séria desconfianças que deveria ser uma xícara de cacau para ficar bem preto como na foto do livro)
- 1 colher de chá de sal
- 2 xícaras de farinha de trigo
Bom, para fazer a massa resolvi usar a minha batedeira planetária. Misturei os ingredientes (coloquei só metade da farinha inicialmente e fui acrescentando o restante aos poucos) e fui batendo lentamente até ficar bem homogêneo e desgrudar do gancho da batedeira. Claro que daria para misturar na mão, mas já que a batedeira é super eficiente para isso, por que não? (só acho que poderia ter umedecido o pão na água um pouco antes para facilitar a mistura, mas dá certo igual, farei isso das próximas vezes). Quando a massa ficou homogênea e desgrudou do gancho da batedeira, desliguei a batedeira e coloquei a massa sobre a bancada da pia devidamente enfarinhada. Na receita original mandava abrir a massa com um cilindro, mas quem tem um trambolho desse em casa hoje em dia??? Eu abri com o rolo de massa mesmo e foi bem fácil, a massa fica super macia, bem maleável mesmo. Deixei com uns 3mms de espessura, dei uma leve enrolada na massa e fui cortando o rolinho para fazer os fettucinis:
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Lasanha napolitana especial com mortadela Ceratti
Mais uma receita idealizada e executada pelo Fabrício no final de semana...e viva os homens na cozinha!!!
Ingredientes:
- 200g de massa para lasanha festonada
- 200g de mortadela Ceratti com pistache
- 200g de queijo mozzarella
- 1 sachê de molho branco Fugini
- 1 sachê de molho vermelho Fugini
- folhas de manjericão fresco
- 3 tomates italianos fatiados
Montagem:
- molho branco
- massa
- molho vermelho
- mortadela (colocar camada farta)
- tomate
- manjericão fresco
- queijo
E comece tudo de novo...terminado no queijo a última camada e polvilhando queijo parmesão. O segredo é não colocar muito molho, os dois sachês de molho são suficientes para uma lasanha pequena (3 camadas em uma forma 15x25 cm).
Cubra com papel alumínio e leve ao forno médio por uns 15 minutos. Retire o alumínio e deixe dourar, aproximadamente mais uns 15 minutos.
Essa receita é sem complicação, pois basicamente o trabalho é só montar a lasanha, mas o sabor depois de pronta....hummmmm....
Ingredientes:
- 200g de massa para lasanha festonada
- 200g de mortadela Ceratti com pistache
- 200g de queijo mozzarella
- 1 sachê de molho branco Fugini
- 1 sachê de molho vermelho Fugini
- folhas de manjericão fresco
- 3 tomates italianos fatiados
Montagem:
- molho branco
- massa
- molho vermelho
- mortadela (colocar camada farta)
- tomate
- manjericão fresco
- queijo
E comece tudo de novo...terminado no queijo a última camada e polvilhando queijo parmesão. O segredo é não colocar muito molho, os dois sachês de molho são suficientes para uma lasanha pequena (3 camadas em uma forma 15x25 cm).
Cubra com papel alumínio e leve ao forno médio por uns 15 minutos. Retire o alumínio e deixe dourar, aproximadamente mais uns 15 minutos.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Bife rápido à romana
Essa receita é muito prática. Como costumo almoçar em casa, o meio-dia tem de ser mais organizado para dar tempo de fazer a comida. Eu não sou muito fã de molho de tomate pronto, mas como nem sempre consigo fazer molho em casa, tenho adotado uma tática de comprar tomates italianos bem maduros e cozinhá-los por cerca de 10 minutos no microondas em pedaços grandes. Aí guardo essa polpa de tomate, sem temperos, em pequenas porções no freezer (tenho usado copinhos de requeijão de plástico como medida).
Mas, voltando ao almoço. Ia fazer uns bifes no almoço, mas queria um sabor diferente. Descongelei um potinho dessa polpa de tomate congelada, acrescentei sal e manjericão seco (prefiro fresco, mas só tinha o que eu já havia desidratado previamente). Passei o bife como de costume, temparando com sal, pimenta e alho. Aí coloquei por cima o molho de tomate e uma fatia de queijo muzzarella e esperei o queijo derreter.
Ah, a outra dica é que também tenho porções de arroz 7 cereais congeladas. Aì foi descongela ro arroz e servir com o bife. Prático e saboroso...
Mas, voltando ao almoço. Ia fazer uns bifes no almoço, mas queria um sabor diferente. Descongelei um potinho dessa polpa de tomate congelada, acrescentei sal e manjericão seco (prefiro fresco, mas só tinha o que eu já havia desidratado previamente). Passei o bife como de costume, temparando com sal, pimenta e alho. Aí coloquei por cima o molho de tomate e uma fatia de queijo muzzarella e esperei o queijo derreter.
Ah, a outra dica é que também tenho porções de arroz 7 cereais congeladas. Aì foi descongela ro arroz e servir com o bife. Prático e saboroso...
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