domingo, 5 de junho de 2022

Lamén da Giana

 

Eu amo essa sopa de origem japonesa. Sempre que ia à São Paulo, dava um jeito de ir em algum restaurante ou pedia uma tele para casa da minha irmã. Até descobri um restaurante japonês que faz maravilhosamente bem aqui em Porto Alegre recentemente.

Mas, bicho curioso que sou, pedi para minha irmã descobrir uma boa receita com ingredientes que fossem fáceis de encontrar em Porto Alegre. E ela descobriu com a sogra e com meu cunhado, que são descendentes de japoneses, que cada uma faz do seu jeito e me deu umas dicas básicas. Então tomei liberdade de ir criando minhas receitas de lamén. 

Sexta-feira, muito frio em Porto Alegre e tinha sobrado um filezinho suíno assado do almoço. Pensei que era uma boa noite para fazer um lamén. É comum colocar fatias de lombinho suíno na sopa ao final, então achei que era uma boa forma de aproveitar o porco assado (aqui eu tento ser zero desperdício). 

Uma coisa que aprendi com o lamén é fazer algo que, para mim ao menos, parecia incomum: usar carne de porco para fazer caldo de sopa. Mas tenho gostado bastante dessa variação ao caldo de carne ou frango que eu costumava usar como base de sopas.

Vamos ao lamén:

Para o caldo usei:

- em torno de 600g de costelinha suína magra picada em cubos grandes (peguei sem osso sem querer, já fiz com pernil suíno com osso também) - vi uma receita que pode ser carne de porco moída também

- uma cebola grande

- uma cenoura

- cebolinha a gosto

- se achar, pode colocar alho nirá picado (eu acho nas feiras por aqui eventualmente)

- 3 colheres de sopa bem cheias de missô (ou a gosto)

- sal a gosto (cuidado porque o missô é salgado)

- uma xícara de cogumelo shitake seco fatiado (eu compro assim desidratado mesmo na feira ou em loja de produtos japoneses, é um super coringa para sopas e risotos - já usei fresco, mas aí não coloco nessa etapa para não cozinhar demais)

Eu gosto de dar uma douradinha na carne e na cebola, sem adicionar gordura, só na própria gordura da carne rapidinho antes de colocar a água para o caldo. Aí adicionei a água fervendo (deve ser em torno de 2L) e coloquei os demais ingredientes. Fechei a panela de pressão e deixei ferver 20min. 

Após esse tempo, desliguei o fogo, deixei sair a pressão da panela. Abri e acrescentei:

- meia xícara de ervilhas frescas

- shoyo para acertar o sal

- se usar shitake fresco, colocar nesse momento

- um "tablete" de massa para Yakisoba (tipo miojo mas sem o sachê de tempero - vem 4 no pacote, usei um só dessa vez, mas já coloquei dois outras vezes, depende se quero mais massa ou mais caldo com carne)

Deixei ferver sem colocar na pressão novamente mais 4 minutos, só o tempo de cozinhar a massa. Quase ao final desse tempo coloquei o filezinho suíno fatiado para aquecer nesse caldo.

Aí foi só acertar o sal e servir. Eu gosto de colocar um ovo cozido partido no meio na hora de servir. Tradicionalmente é comum colocar também naruto (um massinha de peixe que pode ser substituída por kani, mas eu nunca lembro de usar) e alga seca (que eu nunca tenho em casa). Quem quiser pode acrescentar mais um pouquinho de shoyo. Além de ser uma delicia, é super rápido e fácil de fazer. Bom apetite!!!



quinta-feira, 31 de março de 2022

A pizza sem glúten

Quando postei a foto da pizza, não imaginei que teria a repercussão que teve, por isso resolvi retomar o blog para ter essa receita registrada.

Eu não sou celíaca e nem adepta a dietas muito restritivas, mas sou extremamente curiosa, razão pela qual o blog tem esse nome.

E me senti desafiada a achar uma boa receita de pizza sem glúten. Fiz algumas tentativas malsucedidas até chegar nessa aqui.

Meu ponto de partida foi entender um pouco qual mix de farinhas mais se aproximaria da farinha de trigo e achei essa postagem aqui, que me auxiliou muito, pois explica as características de cada farinha e dos demais ingredientes do mix, super recomendo: 

 https://chefinhanatural.com.br/farinhas-sem-gluten-e-como-fazer-seu-mix/

Optei pelo mix 6, pois era o que eu tinha quase todos ingredientes em casa (eu tinha ido numa banca de produtos naturais na feira há poucos dias e já tinha pego algumas coisinhas nesse intuito):

Mix base 6 (pão) Rendimento total = 400g (3 xícaras)

  • 250 g de farinha de arroz integral (1½ xícara + 3 colheres de sopa)
  • 100 g de fécula de batata (½ xícara + 2 colheres de sopa)- isso eu não tinha, substituí pela mesma quantidade de fécula de mandioca (farinha ZAYA) que consegui comprar na farmácia hehehe
  • 50 g de polvilho doce(½ xícara)
  • 5 g de goma xantana(1½ colher de chá)
  • 3 g de farinha de linhaça(2 colheres de chá)
  • 3 g de pysilium(2 colheres de chá)
Só misturei tudo e coloquei num vidro.

então dizia que esse mix substituiria a farinha de trigo na mesma proporção em qualquer receita. Aí peguei minha receita de pizza mais certeira, que já publiquei aqui e aqui algumas vezes e mãos à obra:

Massa de pizza sem glúten adaptada

2 xícaras do mix de farinhas acima
4 colheres de sopa de óleo
1 xícara de leite (coloque meia e se preciso o restante, depende do dia, da farinha...)
1 colher de fermento em pó
1 pitada de sal

Misturei tudo no gancho da batedeira, mas teria sido melhor só misturar rapidinho com a colher e na mão. A consistência fica BEMMMM diferente, pq sem glúten, a massa não tem elasticidade para espichar. Tentei abri com o rolo e não deu muito certo, tive que ir abrindo na mão mesmo, apertando contra a forma com os dedos. Ficou uma consistência parecia com massa de biscoito, bem maleável.

Aí pré-assei em forno médio por uns 20 minutos, recheei como pizza normal (molho de tomate, queijo, milho, frios, uma parte foi iscas de carne - reciclei um bife que estava na geladeira) e cobri com queijo muzzarela. Voltei ao forno para derreter e surpresa!!! Pizza super crocante e aprovada por todos aqui. A foto não ficou boa, mas como eu não sabia se daria certo mesmo, não caprichei tanto no visual hehehe...mas vale a pena!!!

segunda-feira, 27 de julho de 2020

Pão de queijo da mãe

Eu simplesmente AMO pão de queijo. E seguido testo receitinhas, e nessa quarentena fiz várias, mas não adianta, nenhuma é melhor que a receita que minha mãe fazia quando eu era criança (e que logo se tornou das minhas receitas preferidas para fazer).

Pão de queijo de liquidificador:
- 2 ovos
- meia xícara de queijo ralado (uso parmesão)
- pitada de sal
- meia xícara de leite
- meia xícara de óleo
- 1 xícara de polvilho azedo
- meia xícara de polvilho doce

Só bater tudo no liquidificador. Na receita original mandava colocar em forminhas de empada, sem untar. Eu ainda as tenho, mas achei melhor colocar em forminhas de silicone tamanho de muffins, deu 10 pãezinhos. Dá uma porção bem generosa para lanche. O meu forno é muito forte, assou em 15 minutos em temperatura média.

Como eu fazia muito essa receita, para variar às vezes colocava salsinha picada, presunto picado ou queijo ralado por cima dos pãezinhos, antes de assar. Até hoje o com salsinha é meu preferido (só esqueci de tirar foto).



domingo, 29 de março de 2020

Filé na massa folhada ou Beef Wellington

 A primeira vez que fiz essa receita peguei de um livrinho de receitas que tinha comprado numa gôndola do supermercado quando ainda morava em Santa Maria (talvez umas duas décadas atrás hehehe). Desde então descobri que é uma comida inglesa tradicional o Beef Wellington...

Enfim, mesmo sem saber disso, fiz inúmeras vezes essa receita das mais diversas formas.

O tradicional é com corte de filet mignon (mas já fiz com alcatra e maminha e também deu certo).

Como eu fiz hoje, esse da foto:
- primeira coisa, eu não sei fazer massa folhada em casa e acho que nenhuma supera a massa folhada pronta da marca Arosa, tem na parte de congelados da maioria dos mercados (já fiz com outras marcas e não gostei...mas na falta dela, me contem qual fica boa). Então comecei por tirar a massa folhada do freezer enquanto eu preparava a carne.
- eu usei  um pedaço inteiro de aproximadamente 800g de filé mignon, a parte bem central e uniforme do filé. Veio limpíssimo do açougue (quem gosta de comer carne boa tem que ser amigo do açougueiro), só temperei com sal, primenta e alho picado. Deixei descansar uns 10 minutos.
- aqueci uma frigideira de ferro e quando estava bem quente coloquei azeite de oliva. Aí coloquei o filé para selar de todos os lados, deixando uma crostinha dourada em toda volta. é rápido, vai dourando e virando, uns 5 min, só para dar essa primeira dourada mesmo, por isso é bom usar panela de ferro BEM quente.
- deixei o filé descansar um pouco para esfriar num prato.
- aí naquela raspinha da frigideira coloquei uma cebola bem picadinha para dourar (eu gosto de fazer com alho poró picado, mas não tinah em casa hoje). às vezes ponho champigon fatiado também (hoje também não tinha- e por motivos de quarentena fiz com o que tinha em casa).
- quando a cebola (ou alho poró) dourou, coloquei meia xícara de água (hoje usei vinho tinto e achei meio forte, melhor água ou vinho branco) com duas colheres de chá de maizena dissolvidas nessa água. Vai ficar uma consistência de patê essa mistura quando aquecer na frigideira (soube que na receita original ia fois grois). Coloquei esse patê/creme num prato para esfriar.
- quando esse molho estava friozinho, montei o filé. NÃO PODE colocar o molho com a carne quente na massa folhada porque abatuma, fica horrível.
- abri a massa folhada (a da Arosa já vai aberta enrolada com plástico no meio, é só desenrolar.
- coloquei um pouco de mostarda bem no meio da massa, onde ia colocar o filé ( na receita original vai mostarda Dijon - hoje eu tb não tinha, usei mostarda comum da Heinz)
- aí coloquei o filé selado e friozinho no meio da massa folhada (cuide para ver se a posição certa pq tem que cobrir toda a carna com a massa de algum jeito)
- pincelei o filé com um pouco de mostarda
- coloquei o creminho/patê de cebola em volta do filé
- fechei a massa folhada em volta do filé deixando bem fechadinho mesmo
- pincelei a massa folhada com um pouco de maionese, só para dar uma dourada (podia ser com uma gema tb). Eu salpiquei queijo ralado.
- assei em forno bem quente pré-aquecido por aproximadamente 30-40 minutos, até dourar a massa folhada (meu forno é super forte, não sei se deu 30 minutos).

E aí é só se deliciar. Eu faço grande para compartilhar, em algumas vezes que comi em restaurantes, fizeram porções menores, individuais, mas nunca fiz assim, acho que fazendo inteiro fica mais molhadinho. Essa porção dá para umas 4 pessoas, dependendo da fome e do acompanhamento.

Depois me contem se gostaram, eu adoro essa receita.



terça-feira, 24 de julho de 2018

Sopa de camarão

Essa sopa de camarão rendeu tanta história...para resumir, fui na feira com minha filha algumas semanas atrás e achei umas mandioquinhas lindas e pensei alto "vou levar para fazer uma sopa de camarão"...pronto...a criança nunca mais esqueceu que eu falei isso. Acontece que eu não tinha camarão em casa e nem tempo de ir buscar camarão fresco no mercado público nos dias subsequentes (eu precisava de alguns com casca para fazer o caldo).
Depois de algum chororô durante a semana, no fim de semana seguinte deu tempo de ir no marcado público buscar os tais camarões. Fui pegar a receita que jurava que estava aqui no blog e nada...então tive que inventar...

- 300g de camarão com casca médio
- 600 gr de camarão médio limpo
- 1 Kg de mandioquinha (batata baroa ou batata salsa)
- 1 cebola
- 1 cenoura
- 1 alho poró ou, se você encontrar, um maço de alho nirá (eu amo, mas não achei nesse dia)
- 3 dentes de alho
- sal a gosto
- salsa picadinha

Descasque o camarão, descarte a cabeça, mas fique com as cascas. Faça um caldo com as cascas, os dentes de alho, a cebola, o alho poró e a cenoura picadas. Eu fervi por uns 20 minutos aproximadamente. Você pode coar, mas eu apenas tirei as cascas do camarão com uma escumadeira e as descartei porque queria permanecer com os legumes no caldo. Aí nesse caldo você cozinha as mandioquinhas picadas. Enquanto isso, dei uma leve grelhada nos camarões com um pouco de azeite de oliva e fui reservando num prato à parte.  Quando as mandioquinhas ficaram bem macias, eu esmaguei elas na panela mesmo com um espremedor de batatas (também poderia ter passado no mixer ou liquidificador, ms eu prefiro deixar pedacinhos). Então, é só misturar o camarão nesse creme, acertar o sal e salpicar a salsinha.

Aqui foi super aprovado, especialmente pela filhota desejosa da sopa de camarão. 



domingo, 22 de julho de 2018

Bororó ou pão de queijo sem queijo - ou com queijo se você quiser

Temmuuuuitas receitas desse pão de queijo sem queijo circulando pela internet. Eu testei algumas e vou registrar aqui porque nunca lembro qual foi a adaptação que fiz. 

Eu estou encantada com essa receita super fácil de fazer. É muito simples.

- 250g de polvilho azedo
- meia xícara de leite
- meia xícara de azeite
- 1 ovo
- sal a gosto (dua colheres de chá rasas aproximadamente)
- meia xícara de água fervente
- se quiser, um punhado de queijo parmesão ralado

Misturar tudo exceto a água. Fica uma massa meio seca. Aí joga a água quente no final e fica uma massinha lisa. Eu gosto de deixá-la mais molinha para assar em forminhas de mini-muffin ou forminhas de silicone. Dá para colocar um pouco menos de água e deixar mais firma que possa ser assada em colheradas em uma assadeira também. Não precisa untar de qualquer forma. 
Eu asso por 15 minutos em forno médio e mais 10-15 no forno bem baixo. Mas isso pode variar bastante dependo do forno, o meu é super forte.

Variações que já fiz:
- coloquei o punhadinho de queijo na massa
- dá para salpicar queijo ralado por cima antes de assar
- o da foto tem um truquezinho. Eu separei no final aproximadamente 1/4 da massa e misturei com uma colher de sopa de espinafre em pó para a massa ficar verdinha e dar um colorido nos pães, colocando um pouquinho da massa verde nas forminhas junto com a massa branquinha antes de assar. Já fiz outras vezes usando ao invés de espinafre em pó, a beterraba em pó para ficar rosa e açafrão para ficar amarelo. Mas não tenho foto dessas outras opções, mas são boas alternativas de corantes naturais. As crianças adoram o efeito colorido.



sábado, 16 de junho de 2018

Pão de minuto integral

Friozão hoje de manhã e não tinha pão em casa para o café da manhã ( e vontade zero de fazer tapioca como nos outros dias da semana). Confesso que não sou boa de fazer pães e massas em geral, mas os 3 graus lá fora fizeram eu rever meus conceitos.

Então corri para internet atrás de uma receita de pão de minuto fácil, mas com ingredientes integrais e achei uma bem boa:


- uma xícara de farinha integral (eu usei quase duas na verdade para conseguir dar o ponto mesmo)
- 1 xícara de farinha branca
- meia xícara de farelo de aveia (ou farinha de aveia ou aveia flocos finos)
- 1 ovo
- 4 colheres rasas de manteiga
- 1 colher de chá de sal
- 1 colher de chá de açúcar
- 1 copo de iogurte natural (ou leite)
- 1 ovo

Misturar tudo até soltar das mãos. Acho que ovo que eu tinha era grande, então precisei colocar um pouco mais de farinha para dar o ponto. E recebi pedido de fazer uma "mulher pão". Aproveitei a onde e modelei (juro que tentei pelo menos) também uma pombinha (ao vivo ficou melhor que na foto, juro, mas se eu demorasse mais para tirar foto ia dar briga). Não ficaram muito bonitas, mas agradou quem pediu, então valeu kkkk.

Pincelei um pouco de maionese em cima da massa crua e polvilhei gergelim e queijo ralado (a gosto aqui)  e na bonequinha coloquei ainda uns grãos de chia para fazer um vestido de bolinhas kkk

Depois de modelar assei uns 15 minutos em temperatura média-baixa e mais uns 10 em temperatura bem baixinha até dourar (meu forno é à gas, mas é bem forte, depende muito do forno).

E salvo o café da manhã com pão quentinho na friaca que fez hoje por aqui.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Sopa com sagu

Sabe aquele dia que está friozinho, bom para uma sopa, mas com vontade de variar? Uma vez tinha visto uma receita de sopa com sagu. Não tinha chegado a fazer, mas ficou na minha memória. Aí numa sequencia de dias comendo sopa, deu vontade de variar...bicho curioso, né?

Cheguei em casa e já tinha uma sopinha de frango com legumes pronta na panela de pressão, mas achei o caldo meio ralo, enfim, queria algo diferente. Aí lembrei do sagu e fui ver receitinhas na internet.

Na verdade nem é bem uma receita, mas uma pequena dica.

Eu deixei uma xícara de sagu de molho em um tigela com água por mais ou menos uma hora, para ele hidratar. Depois disso, escorri a água e joguei nessa sopa pronta, com bastante caldo e fui mexendo para não o sagu não  grudar no fundo da panela por uns 20 minutos. O ponto certo é quando as bolinhas ficam transparentes.

O sagu não dá sabor, mas o visual fica lindo e ele dá uma engrossadinha no caldo. Para quem tem crianças então é uma baita opção de uma comidinha atraente.

Na foto tem a sopinha de legumes com sagu e com ovo cozido picadinho por cima. Bom apetite!!! 

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Nhoque de batata doce roxa

Vocês conhecem batata doce roxa? Eu nunca tinha visto ao vivo e ao comentar isso, uma aluna prontamente comentou que tinha achado numa feirinha orgânica aqui em Porto Alegre e que iria me trazer para experimentar. E ainda me deu a receita desse nhoque maravilhoso...Imaginem se o bicho curioso aqui não ia dar um jeito de logo experimentar. A cor fica linda, linda e o sabor nem se fala. Essa batata é bem seca até e vai pouca farinha, bom para quem também está evitando muitos carboidratos.

- batata doce roxa (acho que tinha umas 500g)
- 1 xícara de farinha de trigo (eu usei meia só na verdade)
- 1 ovo
- meia xícara de queijo parmesão ralado
- sal a gosto

Cozinhe a batata roxa com casca por uns 20 minutos com água e sal, até ficar bem macia. Descasque e esmague bem com garfo ou expremedor de batatas. Adicione o ovo, queijo e sal. Vá adicionando a
farinha aos poucos até começar a desgrudar das mãos. Polvilhe uma superfície com farinha (o balcão da pia mesmo), faça os rolinhos e corte os nhoques. Cozinhe na água fervendo e vá retirando-os da penala conforme forem subindo (como vai pouca farinha é super rápido). Esse nhoque fica bem levinho e não fica adocicado, viu?

E o molho?
Como eu queria aproveitar bem o sabor do nhoque, decidi fazer um molho bem simples. Coloquei umas três colheres de manteiga sem sal na frigideira, um pouco de azeite de oliva e um punhado de sálvia, rasgando as folhas. Quando estava bem quente, coloquei os nhoques já cozidos, acertei o sal e coloquei na travessa para servir. Polvilhei um punhado de queijo parmesão por cima e decorei com folhinhas de sálvia. E muito bom apetite!!!!

terça-feira, 11 de julho de 2017

Pão de queijo fácil

Achei essa receita na internet e fui aprimorando. No aniversário da minha filha resolvi fazer com ela, e para dar o toque lúdico, dividi a massa e coloquei gotinhas de corante alimentício em gel para deixar coloridos. Quase não uso esse tipo de corante artificial, mas como era para festa, achei que valia a pena a brincadeira.

Dá para deixar congelado previamente, congelando em aberto numa forma por uma hora e depois guardar em saquinhos. A desvantagem dessa receita é que só fica boa na hora que assa, depois que esfria fica meio borrachenta. Fiz vário testes e não cheguei numa receita que fique boa depois que esfria. Masss, o bom do pão de queijo é saindo do forno, né?

Vamos à receita porque é super fácil de fazer:

- 1 caixa de creme de leite (200mL)
- 100g de queijo parmesão ralado
- aproximadamente 3 xícaras de polvilho (eu uso metade de polvilho doce e metade polvilho azedo, foi a melhor combinação que fiz)

Só misturar até o ponto de conseguir fazer as bolinhas sem grudar nas mãos. Na foto tem uns em formato de flor e de coração, eu abri a massa com a mão, com cerca de 1,5 cm de espessura e cortei com cortadores de biscoito. Fica bem bonitinho e para a festa deu um toque especial. Assar em forno médio baixo por em torno de 20 minutos, até crescer e dourar.

Se você congelar, é melhor tirar do freezer uns 15 minutos antes e deixar dar uma descongelada antes de assar porque ele cresce melhor se não estiver tão congelado. Mas também dá para ir do freezer ao forno, só vai crescer menos.

Bom apetite!!!

segunda-feira, 13 de março de 2017

Torta Palha Italiana

Sabe aquelas receitas facílimas de fazer e que ficam lindas e deliciosas? Vi na internet essa receita e achei interessante. Na primeira oportunidade que tive fiz e foi o maior sucesso. A grande vantagem é que pode ser feita com antecedência e deixada congelada até a hora de servir.

Torta de palha italiana (é um pavê de brigadeiro na verdade)

- 2 latas de leite condensado
- 1 barra de chocolate meio-amargo 
- 2 colheres de cacau em pó (opcional)
- 2 caixinhas de creme de leite (400g no total)
- 1 pacote de 200g de biscoito maizena
- raspas de chocolate para decorar

Faça um brigadeiro com o leite condensado e o chocolate em barra picado. Quando der o ponto de brigadeiro tradicional (soltar do fundo da panela), desligue e acrescente o creme de leite. 

Pegue uma forma de pão retangular e forre com papel filme para conseguir desenformar depois. Eu achei bem chatinho de desenformar, na última vez que fiz forrei uma forma de pão de silicone e foi bem mais fácil. 

Comece colocando uma camada de bolachas e uma camada de brigadeiro. Vá alternando até terminar os biscoitos. Na minha forma vão 5 camadas de bolacha e 6 de brigadeiro. Finalize coma  camada de brigadeiro. Decore com as raspas de chocolate e leve ao freezer até servir. Para desenformar eu tive que aquecer um pouco  forma embaixo para soltar. Na forma de silicone é barbada.

Eu ainda quero experimentar fazer colocando um pouco de mel no brigadeiro pois a receita original de palha italiana leva mel. Ou então colocar um pouco de passas demolhadas no rum. Mas só assim já fica super gostoso.

Bom apetite, porque fica maravilhoso!!!



domingo, 4 de setembro de 2016

Salmão ao forno com molho de mostarda

Uma noite dessas queria fazer algo saboroso, com peixe e que fosse prático de fazer. Lembrei que tinha lido em algum lugar uma receita de salmão ao forno, mas não lembrava detalhes, então fiz como lembrava.

Eu não sou muito de salmão, mas a visita que viria merecia muito porque é o peixe preferido. 

Me surpreendi com a combinação perfeita de sabores e com um prato que ficou bem sofisticado e pronto em menos de 30 minutos. 

Uma pena que o valor do salmão é que não anda muito convidativo nesse momento, mas super vale a pena, porque rende bem.

Você vai precisar de:
1 cebola roxa em fatias
1 kg de filé de salmão sem a pele
sal e pimenta do reino a gosto
2 colheres de creme de leite ou nata
2 colheres de mostarda (usei da Heinz pq acho muito boa)

Tempere o salmão com sal e pimenta. Coloque em uma assadeira levemente untada. Coloque a cebola fatiada por cima. Misture o creme de leite com a mostarda e coloque colheradas por cima do salmão com as cebolas. Leve ao forno bem quente por 20 minutos. E bom apetite!!!

terça-feira, 19 de julho de 2016

Bolo de milho sem glúten

Eu não sigo nenhum dieta restritiva de glúten, e essa receita por acaso é sem glúten. Comemos num hotel de águas termais no lanche da tarde, famintos de ficar de molho na água quentinha. Adorei o bolo, mas não tinha nenhuma indicação do que era. No dia seguinte, novamente tinha no café da manhã e como achei muito bom mesmo, pedi a receita para a cozinheira do hotel, e só então descobri que era o tal bolo sem glúten...mas fica ótimo, vale a pena experimentar.  E é bolo de liquidificador, super prático de fazer.

Bolo de milho sem glúten

1 lata de milho em conserva (usei um copo de milho congelado, daqueles que compra nos congelados do merdcado mesmo, de saquinho)
2 latas de farinha de milho fina
1 lata de açúcar
1/2 lata de óleo
4 ovos
1 colher de sopa de fermento para bolo

Ao invés de usar o milho de lata, usei um copo de milho congelado e só descongelei por um minuto no microondas (e aí substituí todas medidas de lata por copo).
É facílimo, só bater no liquidificador, colocar em forma untada e enfarinhada com farinha de milho e levar para assar em forno médio-alto por uns 15 minutos e mais 15 minutos em forno baixo até dourar. Eu fiz na forma de furo central, mas no hotel foi feita em forma retangular e acho que ficou melhor. Quando fizer de novo, farei na forma retangular, mas a receita é bem boa.







sexta-feira, 8 de julho de 2016

Pão integral facílimo de fazer - na batedeira

Outra receita que apareceu no facebook
e me deixou curiosa para fazer logo...um pão integral de liquidificador. Meu liquidificador certamente não aguentaria bater uma massa tão pesada, mas pensei que a batedeira planetária que vem com gancho para massas pesadas daria conta muito bem da adaptação dessa receita.

A receita original prometia um pão fácil de fazer e relativamente rápido, sem necessidade de ser sovado.  Nunca consegui uma boa receita de pão integral, os meus sempre ficaram pesados, e não tenho paciência de sovar muito, então fiquei muito tentada a arriscar.

O resultado: em exatamente uma hora tinha pão fresquinho e semi-integral na casa. Digo semi-integral pois duvidei que receita pudesse dar certo, especialmente que fosse dar uma boa liga, e aí usei metade de farinha branca e metade integral.

Mas vamos à receita:

- 2 copos de farinha integral (usei metade branca e metade integral então, mas quero fazer 100% integral na próxima vez)
- 2 colheres de chá rasas de açúcar
- 2 colheres de chá rasas de sal
- 1 copo de 200mL de água morna
- 1/4 de copo de azeite ou óleo (usei óleo de arroz)
- 1 envelope de fermento biológico seco para pão (de pão mesmo, não é royal)
- 2 colheres de sopa de semente de linhaça

Bati na batedeira metade da farinha, a água, o açúcar, o óleo e o fermento por uns 2 minutos. Coloquei o resto da farinha, bati por uns 5 minutos e depois misturei a linhaça. Fica uma massa firme, mas bem grudenta. Coloquei numa forma para pão pequena, untada e enfarinhada. Cobri com um paninho úmido e deixe descansar por 20 min dentro do forno que pré-aqueci e desliguei, só para ficar quentinho, já que estava um dia bem frio. Depois de 20 minutos o pão já tinha crescido bem. Aí liguei o forno e assei por 20 min em fogo médio e por mais 10 minutos em forno baixo até dourar. Ficou muito, mas muito fofo. Adorei o resultado, pois mesmo no dia seguinte o pão seguia muito fofo e nada pesado ou seco. E sem nada de aditivos artificias como melhorador de pão, como eu usava antes com outras receitas.

Adorei mesmo!!! Agora farei ouras experiências, misturando outras farinhas e fazendo sem farinha branca para ver como fica. E bom apetite!!!



segunda-feira, 4 de julho de 2016

Hamburguer caseiro recheado com queijo e envolto no bacon

Da série receitas que todo mundo meteu a mão...a cunhada postou no facebook esse vídeo de receita aqui de um hamburguer recheado com queijo. Bastou para gular uns e outros e  proporem o desafio do hamburguer aqui em casa.

Eu sempre gostei muito de fazer hamburguer em casa, por muito tempo sempre tinha aquela receita básica de hamburguer feita com carne moída e sopa de cebola congelados. Com o tempo, enjoei da tal sopa de cebola e o território do hamburguer foi dominado pelo marido, que faz o hamburguer e assa na grelha da churrasqueira divinamente.

E aí no fim de semana, resolvemos arriscar e adaptar a receita, dando uma ligeira simplificada nela.

Para 10 pessoas usamos:

Massa do hamburguer:
1 kg de carne moída de segunda
1,5  kg de carne moída de primeira
1 cebola média bem picadinha (usei o processador para deixar bem miudinha mesmo)
alho picado
sal e pimenta a gosto

Para enrolar: 2 embalagens de bacon em fatias

Recheio:
200g de queijo emental ralado ou picadinho
200g de queijo muzzarella ralado ou picadinho
1 copo de requeijão

Misturar bem os ingredientes da massa do hamburguer até ficar homogêneo. Moldar os hamburguers redondos, e com um copo ou latinha fazer um buraco no meio (olhem no vídeo lá em cima), sem ir até o final, para colocar o recheio de queijo. Enrolar o bacon na volta e rechear com a pasta de queijo e queijos ralados ou bem picadinhos.


Aqui em casa colocamos na grelha da churrasqueira para assar. Mas tivemos um probleminha fazendo assim, pois não assava a parte mais de cima do hambuguer e queijo não derretia. Aí foi preciso colocar a tampa de uma panela de ferro por cima deles para finalizar o cozimento.

Obviamente se os hambuguers forem assados em forno convencional, em um grill com tampa (como no vídeo da receita original) ou frigideira, não vai ser problema, mas na churrasqueira tivemos que dar essa improvisada. Pensamos que numa próxima vez seria legal fazer os hamburguers recheados e fechados para podermos virar os hamburguers na churrasqueira sem que o recheio escorra. Dou notícias quando fizermos esse teste...

Bom, hamburguer assados, foi a vez de montar tudo...usamos pão com gergelim e cada um montou o seu, a gosto: tomate, alface, maionese, catchup, mostarda, cebola refogada na manteiga. Mas um único hamburguer fica mega substancioso, devido ao bacon e queijo, além da carne. Ninguém conseguiu repetir dessa vez kkk

Mas ficou tãoooo bom. Experimentem!!!

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Arroz thai com frango e abacaxi

Eu ainda cozinho, muito pouco, mas cozinho...me falta é tempo de poder escrever sobre as comidinhas. Mas essa receita não quero esquecer, então aproveitei para registrar. Foi uma criação com 4 mãos com uma amiga muito querida e é super prática. A receita original ia camarão, mas uma das amigas que ia compartilhar o jantar era alérgica, então substituí por frango sem nenhum prejuízo no sabor.

- 2 xícaras de arroz branco cozido ( na próxima farei com arroz thai)
- 3 sobrecoxas de frango desossadas ou filé de peito de frango (+- 800g) em cubos
- 1 abacaxi inteiro picado em cubos
- shoyu
- três lascas de gengibre
- 3 dentes de alho
- 1 cebola picadinha
- 1 embalagem de +- 200g de tomatinho cereja, lavados e cortados pela metade
- sal a gosto
- 1 pimenta dedo de moça sem as sementes, picadinha e mais inteiras se quiser usar para decorar
- cebolinha verde picadinha (usei ciboulette)
- 2 colheres de sopa de óleo
- 1 colher de chá de açúcar
- 1 cenoura pequena picada (a receita original sugeria colocar, vou deixar aqui de lembrete, pq na hora acabamos não colocando)
- 100g de castanha de caju torradas e picadas grosseiramente

Fritar o frango com o azeite, sal, gengibre, pimenta, alho e cebola (e a cenoura, se quiser). Quando dourar o frango, juntar o arroz já cozido e misturar bem. Acrescentar o abacaxi e  os tomates só para aquecer. Acertar o tempero com o shoyu e gengibre. Salpicar as castanhas. Pode servir no abacaxi ou numa wok. Fica delicioso e é super prático de fazer. Bom apetite!!!



E combinou super bem com uma tacinha de vinho rosé geladinho:

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Quiche francesa sem massa


Já comentei aqui algumas vezes que pelo fato de eu gostar de cozinhar, acabo ganhando muitos presentes para esse fim. Quando eu estava grávida ganhei de uma prima o livro "Crianças francesas comem de tudo" e só recentemente consegui terminar de ler. Não tinha visto que no final do livro tem várias receitas super fáceis de fazer, uma vez que a autora do livro não sabia cozinhar quase nada quando se mudou do Canadá para um vilarejo na França com as filhas pequenas.
Não dá tempo de escrever muitos detalhes sobre o livro agora, mas achei a leitura muito, muito interessante. 
Sou muito favorável à comida de verdade, de incluir a criança na hora de preparar as refeições, de fazer refeições sentados à mesa, sem tv, de não usar muita comida industrializada, temperos prontos, então, o livro foi bem ao encontro de minhas crenças. E com as receitas mega fáceis ao final então...

Essa é uma receita de quiche muito, mas muuuuuito fácil de fazer. Eu não curto muito massa podre (essa massa bem amanteigada e esfarelenta que tradicionalmente se usa nas quiches e em empadas). Não curto muito comer e  tenho certa dificuldade em achar o ponto, não sou muito de fazer massas à mão também. Veio mais do que a calhar então...
Receita:
- 9 ovos inteiros
- 1 xícara de farinha de trigo
- 1 xícara de leite
- 1 xícara e meia de queijo picado/ralado (eu usei um queijo de iogurte e um pouco de muzzarella, importante ser um queijo que derreta bem)
Só misturar os ovos, leite e farinha com um batedor de mão ou garfo mesmo. Depois que ficar lisinho, misturar o queijo e o recheio.

No livro tem várias sugestões de recheio, eu refoguei um talo de alho poró picadinho comum pouquinho de manteiga em uma frigideira e juntei uma xícara de presunto picado em cubinhos. deixei esfriar e misturei na massa acima. Só misturar tudo e colocar numa forma de mais ou menos 20cm untada. Polvilhar queijo ralado e levar ao forno por 20-40 min em temperatura baixa. Quando dourar e ficar firma, está pronto. Eu usei uma forma dessas de abrir e deu para desenformar super bem, só é importante colocar um assadeira embaixo pq a mistura é super líquida e pode escorrer da forma, se for de abrir. Ele dá uma murchadinha logo que sai do forno, é normal. Fica delicioso!!! 



domingo, 16 de agosto de 2015

Bolo de aveia, maçã, amêndoas e passas

Eu adoro um bolinho caseiro no fim de semana. Ultimamente tenho preferido receitas mais saudáveis, com menos farinha branca e mais integrais, mas também não gosto apenas de farinha integral.

Como gosto de cozinhar, os amigos seguidamente me presenteiam com coisinhas e livros de culinária, o que eu amo. Ganhei há uns anos já um livro de cupcakes com receitas muito diferentes. Resolvi dar uma olhada e achei uma receita que me pareceu muito gostosa: cupcakes de maçã e aveia. Pronto, decidida a receita!!! Adoro receitas que vão frutas na massa, fica um bolo mais úmido. Como o livro é de confeitaria, a receita é toda em gramas e não em medidas comuns, como xícaras, o que me aborrecia muito. Aí meu maridinho me deu uma balança digital de tanto me ouvir reclamar da dificuldade de achar equivalências para fazer as receitas do livro de cupcakes...história longa só para contar que o bolo envolve o carinho de dois presentes...

Ah, eu geralmente prefiro fazer bolo inteiro do que cupcakes, e não tem problema nenhum em fazer isso com receita de cupcakes, altera apenas o tempo de assar. Mas me empolguei tanto com a balança, que esqueci de medir depois para ver quanto equivalia em xícaras...arrumo aqui quando repetir a receita. A receita é facílima, é só misturar na mão e fica um bolo fofinho.

- 80 g de aveia (no livro não diz que tipo, então usei metade farelo de avia e metade aveia laminada)
- 175g (é gramas mesmo, não mL)
- 1 ovo
- 75g de açúcar cristal (meia xícara- na próxima vez vou usar açúcar mascavo)
- 50g de manteiga derretida (usei a mesma medida de óleo de girassol)
- 110g de farinha de trigo (dá uma xícara não muito cheia)
- 1 colher de chá de fermento em pó
- 1 colher de chá de canela em pó
- meia maçã sem casca picada (pequena, umas 60g, usei maçã gala)

Na receita original não ia, mas acrescentei ao final:
- meia xícara de passas de uva
- meia xícara de amêndoa laminada quebradinha

Misture a aveia com o leite frio. À parte misture o ovo, açúcar e óleo batendo à mão mesmo. Junte à mistura de aveia e acrescente a farinha. Misture bem e acrescente o restante dos ingredientes.
Coloquei em uma forma de bolo inglês ou pão (aquela retangular de borda alta), untada com óleo e enfarinhada. Não me dei conta que a receita era pequena e usei uma forma um pouco maior do que deveria, então meu bolo ficou baixinho. Assei por quinze minutos em forno médio e mais quinze em forno bem baixo. Está pronto quando enfiando um palito no bolo, ele sair limpinho. Fica muito gostoso e levinho, uma delícia. A aveia e as amêndoas dão um crocante que contrasta com a massa levinha, vale a pena experimentar. Quem quiser pode polvilhar açúcar e canela por cima, eu acabei não fazendo, mas acho que dá um toque especial.


quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Papardelle com brócolis

Eu gosto muito de paperdelle. Esses dias fiz um rosbife com pimenta e achei que uma massinha ia acompanhar super bem. Tinha uma maço de brócolis na geladeira pedindo para ser usado e aí lembrei de umas receitas que tinha visto na Tv. Não achei a que eu queria, mas achei uma bem parecida da Rita Lobo, do Cozinha prática do GNt que era mais ou menos como eu queria. Era para ser algo simples de fazer e eu queria cozinhar o brócolis no forno para ficar crocante.

- um maço de brócolis (não é aquele híbrido que parece couve-flor, mas se não achar esse outro, pode ser tb), mas só a parte dos floretes, o talo pode ser usado para outra receita
- 4 dentes de alho descascados
- azeite de oliva
- umas 3 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
- meio pacote de papardelle (+- 200g)

Limpe bem o brócolis deixando de molho na água com um pouco de vinagre. Escorra. Corte os florestes e coloque em uma assadeira. Coloque os dentes de alho cortados em quatro partes (se quiser sabor mais pronunciado de alho, pique miudinho). Regue com um pouco de azeite de oliva (acho que umas duas colheres de sopa). Polvilhe o queijo ralado por cima e leve ao forno médio por uns 8 minutos - não precisa cobrir com papel alumínio. Não vai sal porque o queijo já é salgado. Fica assim:



 À parte cozinhe a massa conforme as instruções do fabricante e escorra bem. Misture o brócolis assado, coloque mais azeite de oliva e queijo ralado a gosto e sirva. Eu particularmente tenho gostado muito de fazer legumes assados, porque o sabor fica muito bom, intensificado, a textura fica crocante e não há perda de nutrientes como quando cozidos na água. Super recomendo. Farei um post com várias dicas de como assar legumes em outro momento. Agora aproveitem a receita e me contem se gostaram. Feita em 20 minutos mas muito saborosa.

Aqui o almoço como foi servido, o papaderdelle com rosbife com pimentas. Delicioso em 40 minutos. 


domingo, 2 de agosto de 2015

Rosbife com pimenta

Eu amooo rosbife e nunca tinha feito. Aí estava vendo Tv e vi o primeiro programa da Carolina Ferraz e fiquei me babando por essa receita. A receita original você confere aqui.

Eu obviamente dei uma modificadinha, mas adorei, fora que fica pronto muito rápido. São somente 4 ingredientes:

- 1 kg de filé mignon
- 3 colheres de sopa de sal grosso
- pimenta do reino em grãos (acho que usei umas duas colheres, mas eu só tinha uma mistura de pimentas em casa, que tinha pimenta do reino branca e preta e pimenta rosa junto)
- uma colher de azeite de oliva

Meu marido deixou o filé já limpinho assim porque tivemos de comprar a peça inteira, mas o açougueiro pode já vender esse miolo limpinho assim.
Em um pilão soque o sal grosso com as pimentas para dar uma quebradinha nas pimentas, é importante que não fique muito moída para dar o efeito crocante.

Coloque a pimenta em uma tábua ou bancada do tamanho da peça de carne e espalhe essa mistura de sal e pimenta pela tábua. Unte o filé com o azeite para ajudar a grudar o sal e pimenta. Passeo filé na tábua temperada e aperte bem para grudar esse tempero (na receita original ia tb um maço de tomilho macerado com o sal e pimenta, mas eu não gosto muito de tomilho e achei ótimo assim). Olhem como fica:
 Agora aqueça uma panela e coloque um puco de óleo no fundo. Quando estiver bem quente coloque o filé. Eu usei uma boa panela de ferro para isso. A panela deve ser grande para caber o filé inteiro sem dobrar.


 Deixe uns dez minutos e vire. Eu deixei mais uns 10 minutos de cada lado aproximadamente (virei três vezes no total). O ponto ficou rosado no meio, mas vai do gosto de cada um. Mas em 30 minutos ficou assim:


Para servir fiz um papardelle com brócolis e alho enquanto fazia esse rosbife (posto em seguida essa receita). Em 40 minutos ficou pronto esse almoço de comer ajoelhado no domingo de chuva que estava nesse dia. Fica divino, experimentem e me contem. Bom apetite!!!


Antes que perguntem: não fica apimentado demais, a crosta fica levemente apimentada, mas aí vocês podem dosar quanto dela comer. E se sobrar rosbife, dá para fatiar depois e fazer um sanduíche de rosbife com um pão baguete ou colocar as lascas em uma saladona, fica muito gostoso.